Rainhas de Portugal

Rainhas de Portugal

fevereiro 03, 2012

Antena 1 - À volta dos livros

Princesa D. Estefânia aos 20 anos.
Centro Português de Fotografia




Ouça aqui a entrevista com Maria Antónia Lopes à Antena 1 (À volta dos livros) autora do volume sobre Rainhas que o povo amou a biografar a vida de D. Estefânia e D. Maria Pia.

Óleo de Carolus Duran (Palácio Nacional da Ajuda).
D. Maria Pia

janeiro 31, 2012

Antena 1, À volta dos livros

Antena 1, À Volta dos Livros
Entrevista com Maria Antónia Lopes sobre Rainhas que o povo amou.
Amanhã, dia 1 de fevereiro pelas 3h20, 17h20 e 21h20.
Terá também lugar um passatempo com oferta de exemplares, estejam atentos à emissão!

janeiro 25, 2012

Destak

A edição de 25 de janeiro do diário Destak coloca entre as suas sugestões de leitura a edição de mais um volume da coleção Rainhas de Portugal, dedicado a Rainhas que o povo amou.

janeiro 23, 2012

TVI - Jornal das 8

Marcelo Rebelo de Sousa deixou como sugestão de leitura, na emissão de 22 de janeiro do Jornal das 8 da TVI, a edição pelo Círculo de Leitores de Rainhas que o povo amou.

Assista aqui à emissão.

janeiro 02, 2012

Lançamento
Dois novos títulos
Janeiro de 2012

Volumes disponíveis  ao longo do mês de janeiro:

Rainhas de Portugal no Novo Mundo
Carlota Joaquina . Leopoldina de Habsburgo
Autores: António Ventura, Maria de Lurdes Viana Lyra







Rainhas que o povo amou
Estafânia de Hohenzollern . Maria Pia de Saboia
Autora: Maria Antónia Lopes










Polémica e ambiciosa.
Carlota Joaquina (1775-1830) é talvez a mais controversa rainha de Portugal. Mulher de D. João VI, sobre ela paira uma «Lenda Negra» que persiste na historiografia e nas manifestações culturais onde é referida. Essa imagem construiu-se em torno do seu aspeto físico, longe da harmonia e da beleza desejáveis numa princesa, e das suas características morais, sendo acusada de ambição política desmedida, de dissimulação e de traição. Independentemente dos juízos estéticos ou morais, Carlota Joaquina manobrou habilmente nos meandros políticos peninsulares e americanos, sempre descontente com a sua situação de consorte. Foi o caso da obscura conspiração de 1806, que visava afastar D. João do poder, ou das suas tentativas durante a Guerra Peninsular para desempenhar um papel de primeira grandeza. Acompanhou a corte na deslocação para o Brasil, onde foi motivo de embaraços diplomáticos, e, de regresso a Lisboa em 1821, assumiu posições polémicas ao rejeitar a Constituição, convertendo-se num polo aglutinador das forcas antiliberais. Personalidade complexa que deu origem a tantas tomadas de posição apaixonadas e parciais, justifica plenamente o interesse que tem vindo a suscitar.


Erudita e apaixonada.
 Leopoldina de Habsburgo nasceu em Viena, em 1797. Aos 20 anos atravessou o oceano para viver no Brasil, então sede do Reino Unido luso-brasileiro, consciente da missão que lhe cabia ao casar com o príncipe herdeiro do trono português, D. Pedro. Seguindo a estratégia traçada pelas casas de Bragança e de Habsburgo, com vista à consolidação do governo monárquico absolutista  na América e o seu consequente revigoramento na Europa, Leopoldina atuou com determinação e exerceu papel de protagonista no cenário político da época para atender aos interesses do Estado. Ao mesmo tempo que, na vida privada, lutou incansavelmente em busca da harmonia conjugal. Cultivadora das artes e do conhecimento científico, mulher erudita e apaixonada, agente expoente na criação do Império do Brasil, faleceu ainda jovem, aos 29 anos, deixando cinco filhos pequenos, entre eles: a rainha de Portugal, D. Maria II, e o imperador do Brasil, D. Pedro II.

Vida curta e romântica.
Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen nasceu em 1837 no principado de Sigmaringen, no atual estado alemão de Baden-Wurtemberg. Era neta do príncipe reinante, filha dos príncipes herdeiros e parente próxima dos Bonaparte. Rainha de Portugal pelo seu casamento com D. Pedro V em 1858, faleceu em Lisboa no ano seguinte. A sua curta vida, tão ao gosto romântico, foi rapidamente idealizada. Mulher instruída, com convicções políticas firmes e espírito reformador, foi, contudo, incapaz de ter a influência que desejava. Quanto à apreciação da relação conjugal, também aqui este livro se afasta da interpretação comum.


Caprichosa e arrojada.
 Maria Pia de Saboia nasceu em 1847 em Turim, capital do reino da Sardenha. Era neta do rei Carlos Alberto, filha dos príncipes-herdeiros, Vítor Manuel de Saboia e Maria Adelaide de Habsburgo. Tornou-se rainha de Portugal em 1862, não tendo ainda 15 anos. A figura de Maria Pia tem sido tratada com displicência, dela se forjando uma imagem distorcida. O recurso a documentação privada permite rever profundamente a sua personalidade. Mulher inteligente, generosa, arrojada e majestosa, foi a rainha mais amada no século XIX, a que mais tempo «reinou» e a que mais contribuiu para a boa imagem da família real, apesar dos seus gastos. Manteve com D. Luís uma relação terna e cúmplice, inclusive em assuntos políticos. No reinado de D. Carlos exerceu ação diplomática até agora ignorada. Quanto ao rumor sobre a sua loucura após o Regicídio, não se encontraram provas que o sustentem. Faleceu no seu Piemonte natal em 1911, após 9 meses de exílio.

dezembro 02, 2011

Prémio A. de Almeida Fernandes 2011

Uma das coordenadoras da coleção Rainhas de Portugal, Manuela Santos Silva, foi distinguida com uma Menção Honrosa pelo júri do Prémio A. de Almeida Fernandes - História Medieval Portuguesa. A vencedora desta edição do prémio, a historiadora Maria Filomena Andrade, será aliás também ela autora do volume dedicado a Isabel de Aragão a editar proximamente pelo Círculo de Leitores.

novembro 07, 2011

Revista LER

As coordenadoras da coleção publicaram na edição de novembro da revista LER um artigo conjunto sobre as  «Rainhas de Portugal».


Aqui ficam alguns excertos:
«Rainhas e damas formavam um univervo feminino: comiam, dormiam, permaneciam grande parte do tempo entre si, com exceção dos serões que partilhavam com os homens, embora as refeições fossem tomadas em separado. A separação entre espaços femininos e masculinos parece ter sido uma marca da corte portuguesa. Por influência árabe, as mulheres sentavam-se em almofadas colocadas em cima de estrados, nos quais havia uma cadeira destinada ao rei.»

«Agora é a vez da outra metade do mundo: estamos certas de que olhar para a História através das suas rainhas poderá ser um contributo para a renovação da historiografia portuguesa, no domínio político, das práticas religiosas, dos relacionamentos sociais, da vida quotidiana e muito mais.»

novembro 04, 2011

outubro 25, 2011

Jornal i

A coleção «Rainhas de Portugal» entre as Sugestões da Semana do jornal i de dia 22 de outubro.

«Bem tratado, um texto cuidado que só uma equipa como a de 28 especialistas seria capaz de produzir apresenta o inegável contributo de mulheres destinadas ao casamento que foram rainhas de Portugal.»

outubro 14, 2011

Antena 1
À Volta dos Livros


Manuela Santos Silva, uma das coordenadoras da coleção, em entrevista à Antena 1, no programa À Volta dos Livros emitida no dia 13 de outubro.
Ouça aqui.

«Mostrar o lado sombra das rainhas de Portugal. É o objectivo da coleção lançada pelo Círculo de Leitores. Nos primeiros dois volumes a história de três rainhas com diferentes formas de estar e de lidar com o poder.»
Ana Daniela Soares, Antena 1, À Volta dos Livros

outubro 04, 2011

SIC NOTÍCIAS - «Sociedade das Nações».

Nuno Rogeiro falou da coleção «Rainhas de Portugal» nas suas sugestões de Livros da Semana no programa Sociedade das Nações (SIC Notícias).

[ Veja aqui o vídeo.]

«Uma boa coleção. As crianças e os adultos precisam aprender mais sobre a história de Portugal, talvez porque aprendendo mais sobre história possamos também compreender onde vivemos, quem somos e para onde vamos.»
Nuno Rogeiro

setembro 30, 2011

Diário Câmara Clara (RTP2)

Entrevista com as três coordenadoras de obra, por Luís Caetano, no Diário Câmara Clara de dia 28 de setembro. Clique aqui para assistir à reportagem.


setembro 22, 2011

Jornal de Letras

A última edição do Jornal de Letras dedica artigo à coleção «Rainhas de Portugal».
A dada altura podemos ler...

«Esta coleção propõe-se colmatar os silêncios da Historiografia portuguesa em torno destas mulheres tantas vezes determinantes para o curso dos acontecimentos históricos...»
JL, 21 set.

setembro 20, 2011

Antena 2
A Força das Coisas

Luís Caetano convidou as três coordenadores da coleção para o seu especial programa na Antena 2, a Força das Coisas. A emissão teve lugar no sábado, dia 17 setembro, pelas 16h, mas aqui fica o link.
Ouça aqui.

TVI24 Jornal

Entrevista em directo com uma das coordenadoras da coleção no Jornal (TVI24) de sábado, dia 17 de setembro.
Veja aqui a emissão.

Cartaz das Artes (TVI)

João Paulo Sacadura deixou como sugestão de leitura da emissão de 15 de setembro do Cartaz das Artes (TVI) a coleção «Rainhas de Portugal».  Veja aqui emissão.

setembro 16, 2011

Na imprensa, na televisão.



O lançamento da coleção «Rainhas de Portugal» foi noticiada pelo Público e pelo Cartaz das Artes (TVI).

A emissão do Cartaz das Artes repete no sábado (17 set.) pelas 9h30, e no domingo (18 set.) pelas 16h30 na TVI24.

Imagens do lançamento no Museu Nacional do Azulejo


O Museu Nacional do Azulejo, antigo convento mandado edificar por D. Leonor em 1509, acolheu o lançamento da coleção «Rainhas de Portugal» do Círculo de Leitores. A apresentação da obra teve lugar na Sala da Grande Vista de Lisboa. Cheia a sala, a temperatura foi aumentando, não sem que pudéssemos primeiro ouvir um pouco cada uma das três coordenadoras da coleção. Isabel dos Guimarães Sá sublinhou a qualidade desta obra editada pelo Círculo de Leitores que tem sabido ao longo dos anos acolher os grandes projetos editoriais na área da investigação histórica, ao passo que Ana Maria S.A. Rodrigues apontou a nova abordagem desta obra sobre as fontes existentes, a olharem, pela primeira, vez o papel da rainhas-consortes. Como apontaria Manuela Santos Silva, esta obra procura a vida de mulheres reais, que existiram, com personalidades e percursos a descobrir.

Feita a apresentação, o museu disponibilizou o acesso ao claustro onde o convívio e autógrafos tiveram lugar.

setembro 08, 2011

Apresentação da obra...


A primeira grande história das Rainhas de Portugal
32 biografias escritas de raiz
Coleção em 18 volumes

A primeira grande história das Rainhas de Portugal. A sua vida, quotidiano, amores e ódios, poder e influência, inteligência e beleza. Sob a coordenação de três investigadoras, Ana Maria S.A. Rodrigues, Manuela Santos Silva e Isabel dos Guimarães Sá, esta obra procura o lado sombra da História. Na sombra dos tempos sempre encontrámos o inegável contributo das mulheres. Destinadas ao casamento, vindas de fora, ou pertencendo à corte, cada rainha deixou uma marca. Nem sempre a imagem que deixaram lhes fez justiça. De umas ficou memória da virtude, de outras a ambição ou mesquinhez, quase todos se subjugaram à exigência de uma prole real, mas nem todas conseguiram ser mães. Cultas ou devotas, amadas ou ignoradas, é também das suas vidas que se faz a nossa História. Conheça, por dentro, o lado mais pessoal e íntimo de cada uma das rainhas de Portugal.


Temáticas
O percurso de vida
- origem, nascimento, infância –
Casamento real
- arranjo e forças políticas, relacionamento com o marido –
Filhos
- o imperativo de uma descendência, partos, doenças, relação com os filhos –
Quotidiano
- hábitos, vestuário, alimentação, práticas religiosas -
Política e poder
- influência da rainha, marca e memórias deixadas pela rainha –


Os primeiros volumes a serem publicados são:
De princesa a rainha-velha
Leonor de Lencastre
Autora: Isabel dos Guimarães Sá
  



Duas rainhas em tempo
de novos equilíbrios europeus
Maria Francisca Isabel de Saboia
Maria Sofia Isabel de Neuberg
Autores: Isabel Drumond Braga, Paulo Drumond Braga

Coleção Completa

Títulos e Autores
«A Condessa-Rainha»  - D. Teresa
Autores: Luís Carlos Amaral - Mário Jorge Barroca

«As Primeiras Rainhas»

Mafalda de Mouriana . Dulce de Aragão . Urraca de Castela . Mécia Lopez de Haro . Beatriz Afonso
Autores: Maria Alegria Fernandes Marques - Nuno Pizarro Pinto Dias - Bernardo Sá Nogueira - José Manuel Varandas - António Resende de Oliveira.

«Rainha Santa, Mãe Exemplar» - D. Isabel de Aragão
Autora: Maria Filomena Andrade
«Uma Rainha Inesperada» - D. Leonor Teles
Autora: Isabel de Pina Baleiras


«A Rainha, as Infantas e a Aia»
Beatriz de Castela . Branca de Castela . Constança Manuel . Inês de Castro
Autoras: Vanda Lourenço - Adelaide Millán da Costa